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O código resiliente que levou o homem à Lua

Quando a missão Apollo foi concebida, havia um consenso silencioso dentro da engenharia: o hardware era o que realmente importava. Circuitos, módulos, redundância física, isso era considerado engenharia de verdade. O software, por outro lado, era visto quase como um acessório, algo que “vinha depois”.

Essa visão estava prestes a ser desmontada, não por teoria, mas por necessidade.

Este é o segundo artigo da série sobre o programa Apollo e o software que tornou possível levar o homem à Lua. E no centro dessa transformação está Margaret Hamilton, líder da equipe responsável pelo software de voo do Apollo Guidance Computer, desenvolvido no MIT Instrumentation Laboratory.

Para entender a importância do que ela fez, é preciso compreender o contexto técnico da época. O Apollo Guidance Computer operava com aproximadamente 4 KB de RAM e cerca de 36 KB de memória fixa. Não existiam sistemas operacionais como conhecemos hoje, não havia proteção de memória, não existiam linguagens de alto nível maduras para esse tipo de aplicação crítica. O software era escrito majoritariamente em Assembly, diretamente próximo ao hardware, e precisava lidar em tempo real com navegação, controle de atitude, integração de sensores e interação com os astronautas por meio da interface DSKY.

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